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Dream of Life July 4, 2008

Posted by pixiecurtis in Cine, Classic Rock, Press, Rock, babs, cinema, essencial.
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About Patti Smith by Steven Sebring, Dream of Life:


The titular rocker-poet gets a suitable portrait in Steven Sebring’s “Patti Smith: Dream of Life,” which runs radically against the grain of American-made pop music docs. The result of 11 years of filming (much of it in wonderfully grainy black-and-white 16mm), pic is designed as a stream-of-consciousness experience, following Smith as she revives her music career and considers every aspect of her life. Death, too, plays a stark role, and the textured, thoughtful results may prove too cerebral and abstract for auds beyond Smith’s hardcore followers, but long-term, this will be a loss-leader that gains much respect.

What Sebring — a fashion and pop photographer, painter and commercials maker — doesn’t know about doc filmmaking never hurts the film. Starting in 1995, when Smith recorded her comeback album “Gone Again” and toured with her idol, Bob Dylan, after having not performed live for 16 years, Sebring’s project clearly developed as it went along, and the effect of watching the film is seeing something in the making — like rummaging through Smith’s closet, and stumbling across interesting stuff.

In voiceover, Smith briefly sums up her background as the daughter of Chicago parents (Grant and Beverly Smith, both lovingly seen at home) and the cultural child of ’60s art-political foment. At 23, a fledgling and serious poet, she became friends with artist Robert Mapplethorpe and teamed with him for a series of works that belonged to the early phases of performance art. Other encounters (such as with then-hell-raising playwright Sam Shepard) proved crucial, and led her into rock ‘n’ roll.

“Dream of Life” distinctively treat the particulars of her early career in only glancing references, none of them in chronological order, with Smith sometimes seen obliquely. more…

Joy Division Documentary June 20, 2008

Posted by pixiecurtis in Art, Rock, cinema, essencial.
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The fucking real thing! A must-feel doc.


THE SOUL OF A MAN June 2, 2008

Posted by carajas in Blues, Cine, cinema.
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É..neguinho é foda mesmo.

Do camarada que fez Buena Vista Social Club, outra obra prima.

Wim Wenders-The Soul of a Man (2003)
| 1426.8 MB | Runtime 1:39:25 | color |
Language : English / Second audio track is director’s commentary
-no subtitles -
Audio : mp3 , 48000 Hz , 174 Kb/s , 2-ch
Video : XviD , 1600 Kb/s , 29.97 frm/s , 688×384 (16:9)

In “The Soul of A Man,” director Wim Wenders looks at the dramatic tension in the blues between the sacred and the profane by exploring the music and lives of three of his favorite blues artists: Skip James, Blind Willie Johnson and J. B. Lenoir. Part history, part personal pilgrimage, the film tells the story of these lives in music through an extended fictional film sequence (recreations of ’20s and ’30s events - shot in silent-film, hand-crank style), rare archival

Um pedacinho pra rolar de fragar.. doidimais..

Cast:
Blind Willie Johnson CHRHOMAS KING
Skip James KEITH B. BROWN
H.C. Speirs JAMES HUGHES
Art Laibley DAVID HUGHES
Sound engineer SHAYNE TINGLE
Secretary JOY BRASHEARS
As themselves:
BECK
T-BONE BURNETT
NICK CAVE AND THE BAD SEEDS
EAGLE EYE CHERRY, VERNON REID, DAVID BARNES &
JAMES “BLOOD” ULMER
SHEMEKIA COPELAND
ALVIN YOUNGBLOOD HART
GARLAND JEFFREYS
LOS LOBOS
BONNIE RAITT
LOU REED
MARC RIBOT
JON SPENCER AND THE BLUES EXPLOSION
LUCINDA WILLIAMS
CASSANDRA WILSON
RONNOG SEABERG
DICK WATERMAN
IP JAMES
J.B. LENOI

parte 1. parte 2. parte 3. parte 4. parte 5.parte 6. parte 7. parte 8. parte 9. parte 10. parte 11. parte 12. parte 13. parte 14. parte 15.

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Virgin Suicides OST - Air April 16, 2008

Posted by Pedro in Cine, Downtempo / Ambient / Lounge, Soundtrack, cinema.
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Clássico filme de 1999 da filhota de Fancis Ford, trilha sensacional feita pelo Air, clássica bandinha francesa pseudáca avantgarde de downtempo, no cast, deliciosamente, a deliciosa:


Virgin Suicides OST - Air


Tracklist
1. Playground Love
2. Clouds Up
3. Bathroom Girl
4. Cemetary Party
5. Dark Messages
6. The Word ‘Hurricane’
7. Dirty Trip
8. Highschool Lover (Theme From The Virgin Suicides)
9. Afternoon Sister
10. Ghost Song
11. Empty House
12. Dead Bodies
13. Suicide Underground

Blindness - Fernando Meirelles March 25, 2008

Posted by Pedro in cinema.
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Para os que gostam da sétima arte: Já havia comentado sobre esse filme aqui no blog, versão pro cinema de Ensaio sobre a Cegueira, esse livro nauseante, intenso, genial, genial, enfim, do Saramago. Voltei hoje no blog do homi e, coisa mais impressionante este mundo moderno, um filme sendo feito e o processo registrado em blog para todo o planeta ver, ler, pensar e dar palpites….Não resisti a tentação de voltar com o assunto à pauta vez que a direção é do Meirelles, a trilha do Uakti, e a estreia será em breve, assim que, queria sugerir a leitura antes do lançamento, pois acho obrigatória, ainda mais nesse caso.
Uns recortes do blog do cara, a seguir:

“O Farta Brutos é um dos restaurantes predileto de Saramago em Lisboa. O casal mora em Lanzaroti, uma ilha muito árida na Espanha, mas como estavam de passagem pela cidade justamente quando eu voltava de Pequim, resolvi fazer um pit-stop para encontrá-lo e ainda passar um dia na “Terrinha”, aonde nunca tinha estado. Para esse encontro vieram também o Don McKellar, roteirista, e o produtor, NivFishman, diretamente de Toronto.”

“…O Ensaio Sobre a Cegueira foi publicado no Brasil em 97 ou 98. Li o livro quase numa sentada e por uma semana aquelas imagens e a idéia de que tudo está por um triz me fizeram companhia. Naquele ano, minha vida andava estável demais, então pensei que filmar tal história seria o antídoto perfeito contra a incômoda sensação de segurança que eu sentia. Num impulso, sem ter a mínima idéia de como adaptaria aquele romance, liguei para o Luis Schwarcz, o editor brasileiro do José Saramago, e pedi que ele consultasse o autor sobre seu interesse em vender os direitos para uma adaptação cinematográfica. A resposta veio rápida: nenhum interesse. Absorvi o tranco, comprei os direitos de Cidade de Deus do mesmo editor e esqueci o assunto.”
Ai ai….”e ai, vai rolar nao? Tem outro aí? Cidade de Deus? ô buceeeta…blza, blza, vai esse mermo…” (eu imaginando)

“…só o Daniel e eu assistimos a nova versão, e depois de vê-la já partimos direto para o sexto corte, o qual seria mostrado para os distribuidores e investidores no início de 2008. Trabalhamos entre o Natal e o ano novo e despachamos os DVDs no dia 02 de janeiro.
Do Canadá, Japão e Brasil vieram boas notícias. Em NY, onde fui pessoalmente levar a cópia, deu trave. A eficiente turma da Miramax, distribuidora nos EUA, disse que gostou, mas…”

“…Pois bem, entre os dias 14 e 25 de janeiro, o Daniel e eu tivemos que montar a sétima versão tentando solucionar os problemas levantados em NY pela Miramax, fomos para BH por três dias remontar a trilha sonora e voltamos correndo para preparar todo o pacote para o temido test screening em Toronto…”

“Lembrei de um excelente filme que muita gente nem percebeu que era tão bom por causa de duas cenas excessivamente violentas: Irreversível, do franco-argentino Gaspar Noé. Por acaso eu estava na premiére deste filme em Cannes e lembro que parte da platéia saiu no meio da sessão berrando impropérios contra o diretor. O Gaspar Noé se divertia com isso, mas, no meu caso, realmente gostaria que o os espectadores conseguissem recuperar algum humor ou boa vontade depois das cenas mais pesadas para chegar até o final da história”

Leiam o livro. Por favor.